Sete dias sem fim – Jonathan Tropper – #Resenha

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Sinopse: A Judd Foxman pode reclamar de tudo na vida, menos de tédio. Em questão de dias, ele descobriu que a esposa o traía com seu chefe, viu seu casamento ruir e perdeu o emprego. Para completar, seu pai teve a brilhante ideia de morrer. Embora essa seja uma notícia triste, terrível mesmo é seu último desejo: que a família se reúna e cumpra sete dias de luto, seguindo os preceitos da religião judaica. Então os quatro irmãos, que moram em diversos cantos do país, se juntam à mãe na casa onde cresceram para se submeter a essa cruel tortura. Para quem aprendeu a vida inteira a reprimir as emoções, um convívio tão longo pode ser enlouquecedor. Com seu desfile de incidentes inusitados e tragicômicos, Sete dias sem fim é o livro mais bem-sucedido de Jonathan Tropper. Uma história hilária e emocionante sobre amor, casamento, divórcio, família e os laços que nos unem – quer gostemos ou não. Primeiro Capítulo.

Ficha Técnica

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Titulo Nacional: Sete dias sem fim – Skoob

Titulo Original: This is where I leave you – Goodreads

Autor(es): Jonathan Tropper

Tradução: Regina Lyra

Editora: Arqueiro

Ano: 2014

ISBN: 978-85-8041-155-3

Número de páginas: 295

Sobre a Autora

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Jonathan Tropper é autor de Plano B, Everything Changes, The Book of Joe e This Is Where I Leave You. Ele é casado e mora com a esposa, Elizabeth, e os filhos em Westchester, Nova York.

Opinião da Nathy

Não é o tipo de leitura a qual estou acostumada ou que goste. Porém, quando assisti ao trailer da adaptação e soltei algumas risadas fiquei bem curiosa para saber como seria o livro. No geral gostei bastante dele. Faz você pensar realmente no que está fazendo com a sua vida e as suas escolhas. Chegou a um ponto do livro que ficou cansativo como se estivesse preenchendo um espaço até que o grande final fosse explorado. Mas, acabou sendo uma leitura rápida e divertida. Mesmo tendo todo o drama envolvido e foi muito drama.

A história é de Judd e sua família que acabam de perder pai/marido. E vão ter que ficar juntos durante sete dias por causa do shivá. O problema é essa não é uma família normal e cada um deles está passando por um momento delicado em sua vida. Enquanto, passam pelo shivá vão aprendendo mais um sobre o outro. Ainda que as palavras “eu te amo” não saiam de suas bocas os comportamentos demonstram tudo o que estão sentindo. A mãe deles tenta ainda descontrair o ambiente, mas quando algo sobre ela é revelado parece que jogou mais lenha na fogueira. A narrativa é feita em primeira pessoa na visão de Judd.

Papai morreu. Faz duas horas.

Como o Judd é a pessoa quem narra os eventos não é possível ter uma aproximação maior com os outros personagens. Mas, nem mesmo com Judd senti alguma empatia. Ele perdeu o pai, emprego e a mulher em um curto espaço de tempo. Ao invés de dar a volta por cima, ele ficou lambendo as suas feridas e agindo como uma criança que perdeu seu brinquedo. Sei que deve ser dificil perder tudo assim, mas queria ver o personagem sendo um pouco mais forte e impondo a sua vontade. Teve uma cena em particular com a sua cunhada que não pude acreditar que tivesse feito. Porque nenhum irmão faria aquilo com outro. Entendo seu sofrimento, mas nada justifica algumas de suas ações.

O que dizer então de sua mulher ou ex-mulher. O tipo de mulher que não se contenta com um único homem e ainda tenta jogar a responsabilidade para cima do marido. Fiquei muito irritada com ela porque fez as piores escolhas possível, mas ainda assim não queria largar o osso. Ficou no pé de Judd o tempo inteiro e ele não teve força em mandar a mulher ir procurar seu amante e deixá-lo em paz. Parecia que queria os dois homens em sua vida para necessidades diferentes. Enquanto, tinha Penny que era o oposto e queria ser a sua primeira escolha. Torci muito mais por ela que era uma mulher inteligente, bonita e conseguia divertir Judd de todas as formas. Mesmo passando por um momento dificil em sua vida.

O tipo de riso que é capaz de fazer um homem se sentir um pouco mais inteiro.

A mãe deles foi uma personagem que me surpreendeu demais com seu estilo. Ficava focada em seus livros de como criar filhos sem perceber que não havia feito às escolhas mais sábias. Pois cada um dos seus filhos tinha algum problema com seus comportamentos. Quando ela revela uma situação na frente de todos confesso que fiquei um pouco de boca aberta. Mesmo imaginando que deveria se tratar daquilo tudo. Faz de tudo para manter os filhos no shivá e proporciona alguns momentos bem divertidos.

Com relação aos irmãos dele não consegui me identificar com nenhum deles. Como disse cada um estava com um problema diferente e agindo de acordo como lhe foi ensinado. O que menos gostei foi de Phillip. Um menino na pele de homem. Porque nunca irá crescer e aceitar as responsabilidades da sua vida. Gostava demais da sua noiva e fiquei feliz com a sua decisão. Já que ele mesmo não tinha o menor respeito pelas pessoas que estavam ao seu redor e a ela. Estava querendo lhe ajudar, mas ele ficou mais focado sobre que desejava. Quis torcer seu pescoço várias vezes durante o livro.

Vocês fumaram maconha na sinagoga?

Não é o tipo de leitura que a pessoa pode esperar romance e soluções rápidas. Mas, sim como a vida age e ás vezes você se vê preso dentro de um círculo vicioso. Gostei da forma como o autor abordou a temática.

Quote Favorito

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Capa e Diagramação

Adoro quando as editoras publicam os livros com as capas dos filmes. Acredito que chame muito mais atenção e até faça com que sinta vontade de ler. Na capa antiga não teria me chamado a atenção, mas com esse tinha subido na minha lista de leitura. Quando a diagramação é simples. Cada capítulo começa em uma nova página e as mudanças de cenas ficam por conta dos horários. Tudo acontece durante uma semana. Quando o dia terminar tem uma divisão para o leitor saber em qual dia da semana se encontra.

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Nota da Nathy

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Onde Comprar

“O livro é uma cortesia da Editora Aqueiro. A resenha realizada aponta os pontos positivos e\ou negativos de forma sincera, encontrados pela autora do post durante a leitura do livro. A opinião da autora é pessoal e independente da editora.”

About the Author:

Nathalia Garcia - A Nathy! Tem 26 anos e é formada em Psicologia. Seu maior vício são os livros, ela sempre está se arriscando em um novo desafio literário. Romances policiais são os seus favoritos. Nos últimos anos também se tornou uma apaixonada por séries. Once Upon a Time e Criminal Minds são algumas das suas séries prediletas.

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