A Mediadora: A terra das sombras – Meg Cabot – #Resenha

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Sinopse: Falar com um fantasma pode ser assustador. Ter a habilidade de se comunicar com todos eles então é de arrepiar qualquer um. A jovem Suzannah seria uma adolescente nova-iorquina comum, com seu indefectível casaco de couro, botas de combate e humor cáustico, se não fosse por um pequeno detalhe: ela conversa com mortos. Suzannah é uma mediadora, em termos místicos, uma pessoa cuja missão é ajudar almas penadas a descansar em paz. Um dom nada bem-vindo e que a deixa em apuros com mãe e professores. Como convencê-los da inocência nas travessuras provocadas por assombrações?

Com muito humor, neste primeiro volume da série A mediadora, Meg Cabot nos apresenta a vida desta mediadora que tem certa ojeriza a prédios antigos: quanto mais velho um edifício, maiores as probabilidades de alguém ter morrido dentro dele. Filha de um pai-fantasma nada ausente e uma nova família, que inclui um pai adotivo e três irmãos postiços, a história começa com a mudança de Suzannah para uma casa mal-assombrada na ensolarada Califórnia. Só que Jesse não é um espírito qualquer, é um fantasma bonitão que nada faz para assustá-la, muito pelo contrário.

Ficha Técnica

A Mediadora: A terra das sombras - Meg Cabot - #Resenha | OBLOGDAMARI.COMTitulo Nacional: A Mediadora: A terra das sombras – Skoob

Titulo Original: Shadowland – Goodreads

Autora: Meg Cabot

Tradução: Clóvis Marques

Editora: Galera Record

Ano: 2004

ISBN: 978-85-01-06871-2

Série: A Mediadora

Volume: 01

Número de páginas: 284

Sobre a Autora

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Meg Cabot já morou em Indiana, na Califórnia e na França. Trabalhou como ilustradora e é autora das séries O Diário da Princesa, A Mediadora e de Cabeça de Vento, entre outros, todos publicados pela Galera Record. Atualmente divide seu tempo entre Key West, na Flórida, e Nova Tork, com o marido e vários gatos, inclusive a de um olho só que se chama Henrietta.

Opinião da Nathy

Fazia já um bom tempo que estava querendo fazer a resenha dele aqui no blog, mas não tinha tempo. Esse livro foi o primeiro que li da Meg Cabot muitos anos atrás. O que me fez gostar ainda mais de romance, mas com uma pitada de sobrenatural. Também foi com ele que comecei a detestar os triângulos amorosos e não ver a sua necessidade. O tipo de livro que pode ser lido por qualquer idade em qualquer momento de sua vida que conseguirá apreciar. Esse é o primeiro volume da série e por isso algumas coisas acabam ficando em aberto, o que apenas instiga mais e mais a sua leitura. Gostei da forma como ela trabalhou todo o livro e a principal.

Nesse primeiro volume o leitor conhece Suzanna uma menina que está se mudando de Nova York para Califórnia para viver com sua mãe. E também seu novo marido e os três filhos dele. Após perder seu pai o mundo dela se transformou em um verdadeiro caos. Mas, não apenas por isso. Ela tem um dom que assustaria a maioria das pessoas. É capaz de ver e tocar em fantasmas. Em diversas situações se colocou em risco por conta deles. Agora com essa mudança acredita que também poderá deixar de lado esse seu dom, mas assim que entra em seu quarto tem uma pequena surpresa lhe esperando. Um fantasma que não tem o menor indício que de irá fazer a famosa passagem. Em sua escola também não tem sossego uma vez que o fantasma de uma das estudantes parece estar disposta a se vingar de alguns de seus amigos e namorado.

Com a narrativa sendo em primeira pessoa o leitor embarca nas maiores loucuras junto com Suzanna. Nesse caso na época em que li o livro funcionou a narrativa ser em primeira pessoa, mas relendo fiquei um pouco incomodada. Porque queria saber mais sobre o Jesse e seus sentimentos. Tudo fica focado em Suzanna. O livro flui de uma maneira muito boa e quando menos se espera já está no final.

Quem diabos é você?

Mesmo gostando muito do livro a Suzanna sempre conseguiu me tirar do sério. Não conseguia gostar dela. Apenas pensava em si mesma e se fazia de rebelde sem causa. Implicando com tudo e todos ao seu redor. Parecia que não fazia questão de conhecer as pessoas ao seu redor. Apenas ficava julgando as atitudes. Nem mesmo quando passa a aceitar o seu dom e tudo o que vem com ele me fez gostar dela. Simplesmente queria lhe dar uma boa sacudida e ver se crescia. Mesmo sendo uma adolescente conseguia me tirar do sério. Esperava uma personagem forte e que ajudasse os outros. Quando na verdade era bem egoísta.

Agora o lindo fantasma Jesse foi o que mais me motivou a continuar a leitura. Ele é de derreter corações. Sim, estou falando de um fantasma. No entanto, uma vez que o conhece fica praticamente impossível não se apaixonar. Quando ele abre a boca somente conseguia prestar atenção nele e em mais nada. Algumas coisas tem que se relevar como o fato de que ele é um fantasma e tem seus sentimentos. Fiquei na torcida por esses dois. Não pela a Suzanna porque não merecia o Jesse. Nem ele merece alguém como ela ao seu lado, mas já que seu coração a escolheu. Muito amor pelo Jesse.

Algo errado, mi hermosa?

Todo o mistério sobre a Suzanna ser uma mediadora começa a ser trabalhado nesse livro e com a morte de uma das estudantes. Quando li a primeira vez fiquei bem apreensiva nessas partes porque não sabia como ela iria lidar com certas descobertas. Mas, hoje em dia todas as pistas ficam bem claras. Assim como as atitudes do padre. Não acho que seja o forte da autora trabalhar com mistérios em seus livros, mas ainda assim conseguiu me agradar bastante. Nos próximos volumes fica melhor.

Os “irmãos” de Suzanna também aparecem bastante. A forma como ela os chama me irrita. Dunga, Mestre, Soneca. Porque por mais que queria que fosse algo engraçado e descontraído. Eu sentia como se estivesse tratando os meninos com completo desdém quando na verdade nem os conhecia de verdade. E nem fazia a menor questão de conhecê-los. Ao contrário dos rapazes que fazem de tudo para ajudá-la quando precisa.

Os irmãos podem ter a sua utilidade. Podem carregar o que é pesado mesmo, como se não fosse nada.

Esse é o tipo de livro que não agrada a todo mundo. Mas, recomendo para quem gosta de uma temática mais leve e sobrenatural. E claro para quem curte romance e tem a mente mais aberta.

Quote Favorito

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Capa e Diagramação

As novas capas lançada pela a editora são lindas. Com a menina parecendo um fantasma, mas o lábio bem vermelho ficou muito legal. Chama muita atenção. Sem contar que a capa tem uma textura diferente. O nome do livro também tem um destaque na cor vermelha. Muitas vezes o simples fica mais bonito como no caso desse livro. A diagramação é simples. Cada capítulo inicia em uma nova página. Tem uma fonte diferente no número do capítulo. Ao contrário dos outros livros da autora esse as páginas são amarelas e grossas.

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Nota da Nathy

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Datas de Lançamentos

  • A Mediadora: A Terra das Sombras – A Mediadora #1 – Lançado em  2004
  • A Mediadora: O Arcano Nove – A Mediadora Wells #2 – Lançado em 2005
  • A Mediadora: Reunião – A Mediadora #3 – Lançado em 2005
  • A Mediadora: A Hora mais Sombria – A Mediadora #4 – Lançado em 2005
  • A Mediadora: Assombrado – A Mediadora #5 – Lançado em 2006
  • A Mediadora: Crepúsculo – A Mediadora #6 – Lançado em 2007

Onde Comprar

By | 2017-01-06T14:44:44+00:00 11/02/2015|Categories: Livros, Resenhas|Tags: , , , , , |0 Comments

About the Author:

Nathalia Garcia - A Nathy! Tem 26 anos e é formada em Psicologia. Seu maior vício são os livros, ela sempre está se arriscando em um novo desafio literário. Romances policiais são os seus favoritos. Nos últimos anos também se tornou uma apaixonada por séries. Once Upon a Time e Criminal Minds são algumas das suas séries prediletas.

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