Sinopse: Romance e emoção no novo livro de Nora Roberts, escrito em parceria com seu pseudônimo J.D. Robb.

Laine Tavish é a conhecida dona da Doce Relíquia, uma encantadora loja de antiguidades. Seus clientes, no entanto, nem imaginam que ela é filha de um trapaceiro conhecido pela polícia e que cresceu como uma fora da lei, sempre se mudando de cidade. Mas o passado de Laine acaba por alcançá-la. Seu tio há muitos anos desaparecido visita a Doce Relíquia e deixa um misterioso alerta antes de morrer atropelado por um carro. Logo em seguida, a casa de Laine é saqueada. Agora, as respostas sobre quem a persegue – e por quê – precisam ser encontradas por ela e pelo enigmático e atraente Max Gannon. E uma fortuna em diamantes roubados e desaparecidos faz parte desse mistério.

Décadas depois, na Nova York do ano 2059, uma boa parte do velho tesouro que Laine e Max tanto buscaram continua sumida. Mas agora há mais alguém à procura dos diamantes; uma pessoa disposta a matar por eles. Doce Relíquia Mortal é uma jornada eletrizante onde se misturam o romance e a emoção nos dias de hoje com o suspense futurístico de várias décadas adiante. É uma história cheia de trapaças e segredos, de mulheres fortes e homens fascinantes – uma combinação incrível das duas facetas de Nora Roberts, autora amada por fãs de todo o mundo.

Ficha Técnica

Doce Relíquia Mortal - Nora Roberts e J D Robb - #Resenha | OBLOGDAMARI.COM

Titulo Nacional: Doce Relíquia Mortal – Skoob

Titulo Original: Remember When – Goodreads

Autor(es): Nora Roberts; J D Robb

Tradução: Renato Motta

Editora: Bertrand Brasil (Grupo Editorial Record)

Ano: 2015

ISBN: 978-85-286-2018-4

Número de páginas: 529

Sobre a Autora

Doce Relíquia Mortal - Nora Roberts e J D Robb - #Resenha | OBLOGDAMARI.COM

Nora Roberts (nascida Eleanor Marie Robertson a 10 de Outubro de 1950) é uma escritora norte-americana, autora de best-sellers românticos. Foi a primeira mulher a figurar no Romance Writers of America Hall of Fame.
Autora de maior destaque da lista de best sellers no New York Times e a primeira a ser escolhida para a Galeria da Fama dos Escritores Românticos dos Estados Unidos, Nora Roberts é considerada uma pintora de palavras que a cada pincelada, dá vida a personagens cheios de energia e vigor. Escritora metódica e insaciável, Nora já publicou mais de 160 romances, a maior parte no gênero suspense romântico, traduzidos para 25 idiomas e editados em todo o mundo. Sua alta popularidade como romancista advém do grande talento que possui para sensibilizar o leitor ao escrever narrativas de suspense que também falam sobre turbilhão de emoções que acontecem quando entramos em contato com nossos sentimentos mais profundos, principalmente amor e paixão. Suas histórias prendem o leitor com temas explícitos e intensos, descritos de forma clara e objetiva, passando uma mensagem curta e rica em detalhes. Os capítulos de seus livros são longos, e poucos, em média apenas 12. As paisagens descritas nos levam a viajar do México aos subúrbios de Washington, com certa suavidade e exatidão que sonhamos acordados, ou temos pesadelos! Histórias publicadas no início de sua carreira: Negócio de Risco (1986); Alerta da Natureza (1984); A suspeita (1989); No ano de 1995 a autora editou o primeiro volume da Série Mortal no original Naked in death (Nudez Mortal) sobre o pseudonimo de J.D. Robb, o qual hoje é prestigiado pelo mundo inteiro com mais de 25 volumes (em alguns países o número é menor). Autora Consagrada já vendeu mais de 2 milhoes de livros em todos os países publicados.

Opinião da Nathy

Sou louca pelos livros da Nora Roberts e tda J.D. Robb, então imagina se nem fiquei doida querendo ler Doce Relíquia Mortal. Não imaginava que seria explorado dessa forma. Porém, esse livro me fez perceber algo muito importante. Sou muito mais fã da J.D. Robb do que da Nora Roberts. A primeira história começou me deixando muito empolgada, mas na metade dela já estava achando tudo meio parado. Porque as situações eram obvias demais. E os personagens não perceberem o que estava diante deles me incomodou. Agora na segunda história que introduzia Eve e Roarke me fez ler sem parar. Todos os momentos eram empolgantes e um tanto misteriosos. Sim, teve momentos em que não acreditava que Eve ainda não tinha descoberto tudo. Mas, ainda assim eu achei que a leitura fluiu muito mais na segunda história.

O livro começa com Doce Relíquia. A história de Laine – dona da loja de antiguidades Doce Relíquia. Ela tem um passado perturbador. Seu pai é um ladrão que vive fugindo e quando morava com ele tinha um destino incerto. Agora instalada em uma cidade do interior vive uma vida bem pacata. Até que o passado volta para lhe assombrar. Seu pai e seu “tio” se envolveram no roubo de diamantes. Quando seu “tio” a procura e um segundo depois morre Laine percebe que algo de muito errado está acontecendo com seu pai. Logo o atraente Max Gannon chega à cidade tentando encontrar os responsáveis pelo roubo. Mas, não contava com se sentir tão atraído pela a misteriosa Laine. Mesmo sabendo que ela poderia estar envolvida com o golpe dado por seu pai. Para completar esse quadro a vida de Laine corre grande perigo. Uma vez que Alex Crew está disposto a cometer as piores atrocidades para ficar com todos os diamantes.

A história continua em Relíquia Mortal. Onde Eve está prestes a deixar o seu turno quando é chamada para um caso de homicídio. Samantha Gannon está voltando para casa após o término da turnê de seu livro. Apenas para encontrar a sua melhor amiga Andrea morta em seu quarto. Aparentemente esse foi um roubo mal sucedido. Mas, quanto mais Eve Dallas investiga mais tem certeza de que tudo isso ocorreu por causa do livro de Samantha. Nele ela descreve a história de seus avôs e dos diamantes. Assim despertando o interesse do assassino pelas pedras preciosas. Está disposto a matar quem seja pelas pedras. Mas, Eve já esta em seu encalço e não irá permitir que faça mais alguma outra vítima.

Ela não iria ceder.

A narrativa nas duas histórias é feita em terceira pessoa variando entre os personagens. Tem a visão da mocinha, mocinho e dos assassinos. Isso é algo que mais gosto nos livros dela. Principalmente quando o assassino é introduzido. Porque me faz sentir mais próxima dele. Sabe ter aquela raiva do personagem e querer que seja pego logo. A leitura flui de maneira muito rápida na segunda história. Na primeira apenas no começo depois se torna um pouco cansativo. Mas, logo volta a ganhar um bom ritmo. Os livros da Nora sempre tem uma narrativa que prende o leitor do começo ao fim.

Em Doce Relíquia eu senti que estava lendo aquele romance leve de banca. Laine e Max tem um romance muito rápido. Por isso não consegui acreditar em seu amor. Após dois dias que estão juntos ele já fala que está apaixonado. Tudo bem que a Laine tem uma personalidade realmente encantadora. Ela sabe como lidar com as pessoas e até mostra certa vulnerabilidade. No entanto, é uma mocinha que deixa claro que não precisa de um homem para ser feliz. Quando precisa enfrentar alguma adversidade segue em frente. Até mesmo quando tem que enfrentar um homem perigoso sabe como usar suas armas. Fiquei impressionada com a sua força e completamente encantada. Não perde tempo e luta pelo que deseja.

Já o Max me fez ter diversos sentimentos e nem sempre positivos. Geralmente me apaixono muito fácil pelos personagens masculinos da autora. Porém, ele não fez nada para conquistar a Laine ou a leitora. Apenas porque falou algumas palavras e com seu jeito a levou para a cama não o torna um excelente mocinho. Pode ser que porque não acreditei no seu amor por ela eu acabei ficando com receio. Parecia na verdade que estava mesmo apenas atrás dos responsáveis pelo roubo dos diamantes. Todas as suas atitudes me pareceram irreais. As cenas mais quentes entre os dois foram muito bem exploradas.

Tinha o bastante de Big Jack nas veias para enganar alguém sem grandes dificuldades.

Em Relíquia Mortal já estava completamente apaixonada pelos personagens. Claro que isso é porque já tive mais de quinze livros para conhecê-los muito bem. A Eve continua com a sua personalidade única. Quando se encontra diante de um assassino não mede esforços para prendê-lo. Essa determinação dela é algo que sempre me agradou. Mas, claro que tem umas coisas que me incomodam demais nela. Como o fato de não comer ou dormir. Apesar de que nesse livro ela parecia estar cedendo muito mais. Entendendo o que seu corpo precisava. Apenas estava esperando um pouco mais de emoção no momento que iria pegar o responsável pelo crime. Continua tendo uma inteligência incrível.

Agora Roarke se possível esta ainda mais encantador. Não é nenhum segredo que sou louca por ele. No entanto, nesse livro percebi algo que não tinha me incomodado antes. Ele está sempre ajudando a Eve a resolver seus casos. Mas, ela nunca se interessa pelo que está fazendo com suas empresas. Gostaria que o lado dele também fosse um pouco mais explorado. Sinto falta de saber mais sobre o trabalho dele. Posso não entender, mas seria mais uma forma de participar de sua vida. Uma frase da Eve me irritou foi quando ele começou a falar e ela logo o interrompeu e passou a falar do seu dia. O mínimo que deveria fazer era conversar com ele sobre seu dia. Fora isso ele continua sendo o esposo perfeito. Ajudando a Eve em tudo o que necessita. Mesmo que ela própria não perceba.

O Max deveria aprender com o Roarke sobre como fazer tudo pegar fogo. Ele e a Eve conseguem levar as coisas para um nível completamente diferente. Eu gosto da forma como Roarke constantemente expressa seus sentimentos pela esposa. Não se importando com quem está ao seu redor se sente vontade de beijá-la é exatamente isso que estará fazendo. Mesmo que Eve se sinta constrangida nesse livro ela cedeu muito mais rápida. Depois ficou morrendo de vergonha e querendo se esconder. Mas, aos poucos parece aprender como lidar com seus sentimentos e os dele.

Nossa, você me fascina. Consegue alcançar o fundo da minha alma.

Nesse livro ainda teve uma abertura para os pesadelos de Eve com seu pai. Não foi explorado de uma maneira muito expansiva como nos livros dessa série. Mas, teve um momento de forte tensão. Eu consegui sentir o medo do Roarke com o que estava acontecendo com sua esposa. Porque não estava sendo capaz de trazê-la de volta. E Eve por sua vez estava tão imersa naquele mundo que não conseguia perceber que estava nos braços do Roarke. Esses momentos entre os dois são sempre carregados de forte tensão. E gosto quando os exploram.

Por fim, os assassinos. Parecia que estava revendo o personagem do primeiro livro no segundo. Com personalidades bem parecidas e frias. Não tem como torcer por nenhum deles. Até mesmo eu que gosto dos vilões estava querendo que eles levassem a maior surra dos policiais. Ou dos personagens. Eles fazem as coisas pensando que tem todo o direito de sair impune de seus crimes. Como se tudo fosse muito normal.

O instinto de sobrevivência fala mais alto.

Claro que recomendo os livros dessa autora. E apesar desse livro fazer parte da série mortal não acho que terá spoilers sobre os outros livros. Apenas um pouco do relacionamento do Roarke com a Eve, mas nada que prejudique a leitura. Vale a pena conferir esse livro. Se não conhece os livros da autora é uma ótima maneira de começar.

Quote Favorito

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Capa e Diagramação

Essa é uma capa que ao mesmo tempo em que gostei me incomodou um pouco. O rosto da menina representa a personagem do primeiro livro. Mas, o nome da autora e do livro bem no meio do seu rosto é algo que não gostei. O nome da Nora Roberts está em metálico, no entanto, a cor sumiu rapidamente. E o nome da autora ficou mesclado com o fundo vermelho impedido de enxergar o nome. Gostei que tentassem seguir o padrão da série mortal com o preto e a imagem dos diamantes.

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A diagramação é simples. Cada capítulo inicia em uma nova página. Não tem marcação quando tem mudanças de cenas. As páginas são amarelas e grossas. Em algumas partes tive problemas com a digitalização. Eu acabei tendo que voltar e ler de novo a frase para compreender o que estava ocorrendo na cena.

Nota da Nathy

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“O livro é uma cortesia do Grupo Editorial Record. A resenha realizada aponta os pontos positivos e\ou negativos de forma sincera, encontrados pela autora do post durante a leitura do livro. A opinião da autora é pessoal e independente da editora.”