Sinopse: E se tudo em que você acreditasse fosse uma mentira? Em Convergente, o aguardado volume final da trilogia Divergente, de Veronica Roth, uma revelação que deveria ter permanecido em segredo põe em questão a existência da sociedade baseada em facções na qual a protagonista Tris Prior acreditara um dia. Um novo mundo é revelado além dos muros da Chicago distópica em que Tris nasceu e cresceu, e ela é mais uma vez obrigada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor. O livro, que chegou ao Brasil um mês antes da estreia de Divergente nos cinemas, alcançou o primeiro lugar na lista de bestsellers do The New York Times e foi o título mais vendido pela gigante Amazon no segmento infantojuvenil em 2013.

Em Convergente, a sociedade que se dividia em Abnegação, Amizade, Audácia, Erudição e Franqueza encontra-se destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. Diante da oportunidade de explorar o mundo além dos limites que ela conhecia até então, Tris não hesita em partir, na esperança de ter uma vida nova ao lado de Quatro – livre de mentiras complicadas, lealdades suspeitas e memórias dolorosas. O que ela encontra, no entanto, é uma realidade ainda mais alarmante do que aquela deixada para trás. Antigas descobertas rapidamente perdem o sentido. Novas verdades explosivas transformam os corações daqueles que ela ama. Mais uma vez, Tris é obrigada a compreender as complexidades da natureza humana – e a si mesma –, enquanto convergem sobre ela escolhas impossíveis. Primeiro Capítulo.

Ficha Técnica

Convergente - Veronica Roth - #Resenha | OBLOGDAMARI.COMTitulo Nacional: Convergente – Skoob

Titulo Original: Allegiant – Goodreads

Autora: Veronica Roth

Tradução: Lucas Peterson

Editora: Rocco Jovens Leitores

Ano: 2014

ISBN: 978-85-7980-186-0

Série: Divergente

Volume: 03

Número de páginas: 526

Sobre a Autora

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Aos 24 anos de idade Veronica Roth é uma escritora norte-americana. Ela é muito conhecida por sua trilogia de livros intitulada Divergente. Veronica possui uma licenciatura em escrita criativa pela Universidade Northwestern. Casada, desde 2012 vive em Chicago.

Opinião da Nathy

Tem um bom tempo que o esse livro foi lançado aqui no Brasil. Mas, por ter tido sem querer alguns spoilers eu acabei deixando a leitura de lado. Sim, estava com receio do que iria encontrar nesse volume. E de não gostar do seu final. Porque essa foi à primeira distopia que tinha lido e amado completamente. Pelo jeito diferente que a autora havia abordado o tema. Então estava com medo de que passasse a ser a que a trilogia que eu menos gostasse. Mas, para a minha surpresa eu fiquei apaixonada. No final eu fiquei com muita vontade de chorar e me controlei ao máximo. E coisas que poderiam ter me deixado com raiva na verdade eu consegui ver de uma forma bem compreensível.

Nesse volume o leitor embarcar em mais uma jornada com Tris e Four. Dessa vez eles têm que lutar contra o regime imposto para a líder dos sem-facção. Que não é ninguém menos que a mãe de Four. Ela não quer que ninguém saia da cidade. Mesmo que já tenha sido revelado em no vídeo de que um mundo melhor os espera. Mas, Tris e Four não estão dispostos a serem presos novamente em uma sociedade ditadora. Querem ver o que tem por trás das cercas. Porém, quando conhece esse novo mundo percebe que algumas peças não se encaixam. E novamente o futuro de ambos parece estar ameaçado diante da ganância das pessoas pelo poder.

A narrativa do terceiro livro fica por conta da Tris e do Four. Preciso mesmo dizer o quanto eu amei? Sim, preciso. Porque não sou muito fã da narrativa em primeira pessoa. Mas, quando os dois principais narram os acontecimentos eu fico empolgada. Novamente a escrita da autora surpreende. Ela escreve tão bem que a leitura flui de maneira rápida.

Preciso ver o que há do lado de fora da cerca.

A Tris definitivamente de todas as distopias é a minha mocinha favorita. Ela tem tudo de melhor dentro de si. Se no segundo livro conseguiu me irritar um pouco. Nesse ela se redimiu completamente. Uma mocinha bem determinada e corajosa. Disposta ao que for preciso para proteger as pessoas que mais ama. Sem nem pensar duas vezes. Mesmo que para isso tenha que colocar a sua própria vida em risco. Ao contrário de outras mocinhas que fazem as coisas pensando apenas em si mesma. A Tris pensa no melhor para toda a sua comunidade. Para aqueles que sempre foram a sua família. Aqueles que foram criados dentro de um regime manipulativo. Eu admiro a sua força. No final do livro queria agarrar a menina e apertar bem forte. Mesmo depois de ter finalizado continuei encantada com o livro e com a personagem.

Já o Four conseguiu me fazer sentir algo que não esperava – raiva. Sim, eu senti uma raiva enorme desse personagem. As suas atitudes não me lembraram em nada aquele homem determinado, forte e corajoso dos livros anteriores. Aquele homem que era um verdadeiro companheiro para a Tris. Nesse ele parecia um menino assustado e ingênuo. Que estava apenas pensando em como queria ter a sua mãe de volta e encontrar seu lugar no mundo. Ao invés de olhar e encarar a sua vida de frente. Nunca pensei que ele fosse confiar em uma pessoa estranha e não na mulher que mais ama em todo o mundo. No final ele conseguiu se redimir. Mas, aquela magia e aquele amor todo que sentia por ele já não existiam mais.

O romance dos dois é muito bem trabalhado e finalizado. Pelo que estava vendo durante os três livros não conseguia ver outro final senão o descrito pela a autora. Os dois foram mesmo feitos um para o outro. O amor deles estava em um pequeno toque, gesto ou palavra. Não eram necessárias muitas coisas para que sentisse que eles realmente se amavam.

É impossível apagar as minhas escolhas.

O plano de fundo também envolvendo as lutas entre dois regimes foi muito bem explorado. No entanto, no final a resolução ficou um tanto quanto corrida. E sem resolver outra situação. Porque o ponto em que Tris e Four estavam enfrentando foi colocado em evidência. Porém, toda a parte secundária ficou em aberto tendo apenas uma pequena frase mostrando como estava tudo agora. Então me incomodou um pouco poderia ter desenvolvido muito melhor essa parte.

Também sofri demais com os personagens secundários e me irritei com outros. Mas, no geral todos tiveram um final satisfatório. Não vou soltar nenhum spoiler importante. Porém, teve uma parte com um personagem que tive que me controlar demais para não chorar. A Veronica tem o dom de me fazer sentir na pele deles. Por isso eu fiquei sofrendo com todos. Não vou falar sobre cada um deles porque são muitos personagens. Apenas deixo aqui claro que gostei do destino de cada um deles.

As pessoas estão isoladas, famintas.

Se ainda não ficou claro essa é a minha distopia favorito e por isso recomendo para todo mundo. Inclusive para aqueles que ainda não conhecem ou nunca leram nenhuma distopia.

Quote Favorito

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Capa e Diagramação

Eu sempre gostei do padrão nas capas. Fico frustrada quando as editoras mudam no meio do caminho. Mas, ainda bem que algumas mantêm até o final. Dessa vez a capa é uma mistura de vermelho, amarelo e laranja. Representando um novo amanhecer na vida dos personagens. Gosto de como o nome do livro fica em grande destaque. E o nome da autora em seguida tendo o devido destaque. Sem ofuscar as outras coisas. Também gostei do símbolo misturando a água. Mas, confesso que nunca consigo compreender o que essas imagens querem dizer. Mesmo depois de ter lido todos os livros.

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A diagramação também segue o padrão dos volumes anteriores. Cada capítulo iniciando em uma nova página. Tem uma marcação quando ocorrem mudanças de cenas dentro do mesmo capítulo. As páginas são amarelas e grossas. Não tive problemas com a tradução/digitalização.

Nota da Nathy

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Datas de Lançamento

  • Divergente – Divergente #1 – Lançado em 2012 – Resenha
  • Insurgente – Divergente #2 – Lançado em 2013 – Resenha
  • Convergente – Divergente #3 – Lançado em 2014
  • Quatro: histórias da série Divergente – Divergente #4 – Lançado em 2014

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