Birman Flint: E o Mistério da Pérola Negra – Sergio Rossoni – #Resenha

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Sinopse: Após mergulhar num mundo sombrio cercado por assassinos e traidores, Birman Flint depara-se com uma estranha verdade em torno de um antigo legado transformado numa maldição. A busca pelo misterioso artefato conhecido como Ra´s ah Amnui pode ser a resposta para a conspiração em torno do Czar Gatus Ronromanovich e sua família, conduzindo Flint por caminhos obscuros muito além da sua própria compreensão.

Um artefato, uma estranha seita e um assassinato, todos eles interligados por algo que parece representar a chave deste misterioso enigma. Uma jóia, um objeto de rara beleza ocultando em si um passado sombrio, lançando nosso herói numa corrida contra o tempo para salvar a dinastia Ronromanovich do desastre iminente.

Ficha Técnica

Birman Flint: E o Mistério da Pérola Negra - Sergio Rossoni - #Resenha | OBLOGDAMARI.COM

Titulo Nacional: Birman Flint: E o Mistério da Pérola Negra – Skoob

Titulo Original: Birman Flint: E o Mistério da Pérola Negra – Goodreads

Autor(es): Sergio Rossoni

Tradução: Livro Nacional

Editora: Chiado Editora

Ano: 2015

ISBN: 978- 989-51-3898-2

Série: Birman Flint | Volume: 01

Número de páginas: 380

Sobre o Autor

Sergio Rossoni nasceu em São Paulo em 1967, trabalhou como produtor artístico e músico até meados de 2005 passando a dedicar-se com exclusividade sua formação como psicanalista, aventurando-se pelo universo freudiano sem deixar de lado sua percepção artística.
Apaixonado por livros de suspense, quadrinhos e filmes, além de terapeuta e escritor, divide seu tempo com outras paixões, o desenho artpistico e a ilustração, utilizando-se do pincel e da tinta para inspirar-se na criação de seus personagens.

Opinião da Nathy

Eu fiquei em conflito desde o começo com esse livro. Primeiro porque tinha amado a sua capa. Mas, a sinopse não tinha me empolgado tanto. Porém, quando li a nota do autor e percebi que envolvia o Rasputin quis ler. Nos primeiros capítulos do livro estava muito empolgada com a história. Depois de um tempo passou a ser cansativo. Não estava sendo do jeito que esperava e mal via o momento em que iria encerrar. E no final fiquei bem frustrada. Mas, compreendi porque esse foi apenas o primeiro volume. A ideia do autor foi muito boa, mas poderia ter sido melhor desenvolvida.

O livro conta a história do repórter Birman Flint e do seu amigo Bazzou. Os dois acabam se vendo investigando o caso do assassinato de Karpof Mundongovich, um agente membro do Conselho Imperial do Czar Gatus Ronromanovich. Mas, o que em um primeiro momento parecia ser apenas um assassinato tem uma proporção muito maior. Uma conspiração que os levaria em um jogo que poderia lhe custar suas vidas.

A narrativa é em terceira pessoa tendo o foco mudando entre os personagens. Mas, fica principalmente com o Birman Flint e sua investigação. Ao mesmo tempo em que eu gostei da escrita do autor. Tive um pouco de dificuldade. Em alguns momentos se tornava densa. Então ficava cansativo e parecia que a leitura não estava andando. Eu entendo que tudo precisava ser bem explicado e detalhado. Mas, algumas partes poderiam ter sido cortadas.

Maquiavel Ratatusk sorriu, transformando um simples sorriso numa gargalhada sinistra mesclando-se ao som da tempestade.

Eu estava achando que o Birman Flint seria no estilo de Sherlock Holmes. Conseguiria conduzir uma investigação já percebendo diversos elementos. Ainda mais porque teria a ajuda do seu fiel amigo camundongo Bazzou. Mas, apesar de conseguirem conduzir muito bem a investigação. Eu fiquei decepcionada. Não os achei tão inteligente ou indispensável. Porque as suas deduções não eram assim tão complicadas de acompanhar. Ou até mesmo perceber se prestar bem atenção. Então fiquei um pouco decepcionada com esses dois.

Assim como com o vilão. O conde Ratatusk já começou de uma forma bem fria e calculista. Continuou a agir assim ao longo do livro. No entanto, não teve aquilo há mais necessário em um vilão. Ele me pareceu um pouco simples. Ainda que sua ideia envolvendo seres místicos fosse muito boa. No começo parecia ser um personagem que o que queria e não mediria esforços para conseguir. Sempre mantendo sua postura calculada. Porém, não me cativou.

Avise o gato que ainda não acabamos nossa conversa.

Não é o tipo de livro que recomendo para todos os públicos. Eu acho que se encaixaria muito mais com o público juvenil. Porém, se você gosta de fantasia e história fora do normal. Irá aproveitar muito esse livro.

Quote Favorito

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Capa e Diagramação

Como disse a capa foi uma das coisas que me fez querer esse livro. Apesar das cores sombrias e quase não se perceber os personagens. Eu acho que combinou muito com o livro. Antes de tudo com a sinopse. Tem aquele ar de mistério que instiga bastante. A diagramação é simples. Cada capítulo inicia em uma página. Tem uma marcação quando ocorre mudanças de cenas dentro do mesmo capítulo. As páginas são amarelas e grossas.

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Datas de Lançamento

  • Birman Flint: E o Mistério da Pérola Negra – Birman Flint #1 – Lançado em 2015

Nota da Nathy

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“O livro é uma cortesia da Editora Chiado. A resenha realizada aponta os pontos positivos e\ou negativos de forma sincera, encontrados pela autora do post durante a leitura do livro. A opinião da autora é pessoal e independente da editora.”

About the Author:

Nathalia Garcia - A Nathy! Tem 26 anos e é formada em Psicologia. Seu maior vício são os livros, ela sempre está se arriscando em um novo desafio literário. Romances policiais são os seus favoritos. Nos últimos anos também se tornou uma apaixonada por séries. Once Upon a Time e Criminal Minds são algumas das suas séries prediletas.

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