Jessica Jones – 1ª Temporada – #Review

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No post de hoje vim recomendar e contar para vocês o que achei da série Jessica Jones! Continua lendo que vale a pena!

LISTA DE EPISÓDIOS

Jessica Jones - 1ª Temporada - #Review | OBLOGDAMARI.COM

  • 1X01 AKA Ladies Night
  • 1X02 AKA Crush Syndrome
  • 1X03 AKA It’s Called Whiskey
  • 1X04 AKA 99 Friends
  • 1X05 AKA The Sandwich Saved Me
  • 1X06 AKA You’re a Winner
  • 1X07 AKA Top Shelf Perverts
  • 1X08 AKA WWJD?
  • 1X09 AKA Sin Bin
  • 1X10 AKA 1,000 Cuts
  • 1X11 AKA I’ve Got the Blues
  • 1X12 AKA Take a Bloody Number
  • 1X13 AKA Smile

A SÉRIE

Jessica Jones é a nova série da Marvel em parceria com o Netflix (amor da minha vida). Ela é baseada nos quadrinhos: Alias. A série do Netflix se inicia, na fase pós super-heroína da Jessica Jones (Krysten Ritter), quando ela já está trabalhando como investigadora particular em Hell’s Kitchen, Nova York, lidando com seu passado e presente, utilizando suas habilidades extraordinárias.

Eu assisti a série sem saber nada sobre a personagem/sua história e fiquei muito satisfeita com o que vi. Mas, se você quiser saber mais detalhes das HQ, para não perder nenhuma referência da série, recomendo que assista este vídeo aqui, feito pelo Ricardo do Território Nerd. Eu o assisti depois que finalizei a maratona, mas gostei muito de saber dos detalhes que haviam passado inicialmente despercebidos, como o fato de Killgrave (David Tennant) nos quadrinhos ser roxo/purpura, cor constantemente utilizada em suas cenas.

Jessica Jones também faz parte dos Defensores, grupo de super-heróis (como os Vingadores) formado por ela, Luke Cage – visto na série -, Demolidor – a primeira série desta parceria entre Marvel e Netflix – e Punho de Ferro.

A seguir vou comentar com mais detalhes o que achei de Jessica Jones, mas já fica aqui a minha recomendação. Assista essa série maravilhosa que é muito mais que uma série de super-heróis.

A TEMPORADA (Contém Spoilers)

Como disse anteriormente está é a segunda série da Netflix em parceria com a Marvel, a primeira foi Daredevil aka o Demolidor, que eu assisti ao piloto, mas não me empolguei para fazer maratona. Por conta disso, estava com receio de ver Jessica Jones, que acabou sendo muito melhor do que eu imaginava. O piloto da série, em minha opinião, foi bem mais dinâmico que o Demolidor e ditou o tom do resto da temporada para mim. Assisti tudo praticamente de uma vez só, como gosto de fazer com os originais do Netflix.

Jessica Jones durante os treze episódios, entrega uma trama fechada motivo por qual não me agrada a ideia de comentar ela episódio a episódio.  Grey’s Anatomy, por exemplo, que eu comentava semanalmente aqui no blog, eu terminava diversos episódios com aquela sensação de foi bom, mas o que aconteceu mesmo? O que fazia com que a espera de uma semana para ver o próximo ficasse cansativa. Com, Jessica Jones, também tive essa sensação, tanto que não me vi louca, desesperada pelo próximo episódio, podendo fazer pausas quando necessário, mas sempre com aquele desejo de saber o desfecho da trama e concluir a maratona.

Sem dúvidas, um dos principais motivos por gostar tanto da série foi a forma como trabalharam o empoderamento feminino. A série tem uma protagonista que poderia ser facilmente sua melhor amiga e mesmo assim é uma heroína. Apesar dos seus superpoderes, que não foram bem definidos na série, mas que incluem uma força acima do normal e pulos/saltos que são quase voos, a personagem não é nenhum alienígena. Jessica não se preocupa com a janela quebrada do seu escritório ou quem possa invadi-lo, com a quantidade de bebida que ingere ou com relacionamentos sem compromissos. Ela fala palavrão, ela não precisa de alguém para defendê-la, ela é uma mulher. E vocês não vão acreditar #ironicmode, mas ela também tem uma melhor amiga em quem pode confiar e dialogar sobre qualquer assunto!

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Inclusive, Trist (Rachael Taylor), sua melhor amiga, não tem superpoderes, mas também mostra as mesmas qualidades. Ela é uma mulher bem-sucedida, tem uma casa incrível e um sistema de segurança reforçado – por que não dá para marcar bobeira né?! Ela sabe como se defender e lidar com qualquer babaca que tentar abusar dela, gostei muito da forma com que ela lida com Will (Wil Traval) no decorrer do desenvolvimento da trama. Mas, Mari, tanto ela quanto Jessica se envolveram com caras que não prestavam. Gente, elas não são robôs, obvio que se envolveram, não dá para adivinhar que o cara vai ser um maluco lunático! Elas são humanas e como todo mundo falhas, o que não impede que elas se deem conta disso e terminem esses relacionamentos.

He didn’t have to tell me to do a goddamn thing and he had all the control.
Jessica Jones para Trish Walker, S01E09 AKA Sin Bin

Durante boa parte da temporada, Jessica sofre por ter sido manipulada por Killgrave (David Tennant). E vive o conflito de querer ele morto, mas com receio do que ele possa fazer com ela. No segundo vídeo do Território Nerd, sobre a série, o Ricardo comenta que ela demora para agir e não acontece muita coisa nessa busca de gato e rato dos dois. Eu concordo com ele, nesse sentido a série é lenta, mas ao mesmo tempo vejo um propósito para isto, que gosto muito. Em alguns momentos, achei que Jessica ainda tivesse sentimentos por Killgrave – exatamente como ele dizia #marimanipulada – após o confronto dos dois, ficou muito claro para mim, que ela apenas tinha medo dele. A partir do momento que ela percebe que está imune a ele, o jogo muda completamente. Este estalo quem ela tem é de extremamente importância, não apenas na ficção, mas também na vida real.

Por sinal, que cena sensacional a do confronto dos dois no episódio AKA Sin Bin, em minha opinião um dos melhores episódios da temporada. Só de relembrar fico sem ar novamente, com Jessica vendo a oportunidade de acabar com toda a tortura escorrer por suas mãos. Queria dar mais detalhes da cena aqui, mas me faltam palavras para descrever a perfeição de como tudo aconteceu. Killgrave manipulando todos ao seu redor, ainda sem ar com Trist apertando o gatilho! #episodiofoda

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E, falando em pessoas fantásticas, preciso dizer o quão incrível David Tennant está no papel de Killgrave. Sei que o ator tem muitos fãs por conta de Doctor Who, mas como eu não vejo a série nunca entendi bem a empolgação das pessoas por ela, até agora. O personagem foi tão bem construído e interpretado, que no episódio AKA WWJD?, mesmo sabendo de quão cruel ele tinha sido até aquele momento, vi seu lado humano e desejei um final feliz para ele e Jessica. #marimanipulada. Não é à toa que já tive tantos relacionamentos imprestáveis. Está difícil aqui aprender com os próprios erros, rs. Sem dúvidas, eu deveria pensar mais em “what would Jessica do”. Por que aquele final foi do tipo! I love you Jessica Jones!

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Por fim, preciso comentar sobre Luke Cage (Mike Colter), assim como David, Mike não me empolgou muito inicialmente. Então, assisti ao piloto e mudei de ideia completamente. A química dele com a Jessica estava no ponto certo, mesmo achando ele fechado demais para o meu gosto. Mas, como ele deve ter sua própria seria, acredito eu que veremos mais de sua personalidade, motivo por qual shippei e continuando shippando os dois. A minha expectativa para Luke Cage não está tão alta, mas a série já está na watchlist.

Quanto a Jessica Jones, gostei muito desta temporada, mas me preocupa um pouco no que veríamos em uma segunda temporada (ainda não anunciada). Killgrave e a forma como Jessica lidou com o relacionamento dos dois foi o ponto alto da trama, mas do que ela é capaz sem ele? Obviamente ela pode fazer qualquer coisa, mas do meu modo de ver, o realismo da personagem fez com que a empatia por ela fosse tão grande. Será que se vermos ela utilizando apenas seus poderes para acabar com o crime de Nova York, por exemplo, ela continuaria sendo assim tão interessante? Deixem nos comentários, o que vocês acharam, vamos conversar sobre a série!

About the Author:

Mariana Garcia - A Mari! Tem 28 anos e é formada em Engenharia da Computação. Seu maior vício são as séries. Sua watchlist está lotada, mas nunca demais para adicionar um novo reality show. Nos livros assim como nos filmes seu gênero predileto são os romances e as comédia românticas (chick-lits).

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