Sinopse: Nesta continuação de Ascensão, os irmãos Mikaelson não demoram a perceber que reconstruir Nova Orleans foi apenas um passo na interminável guerra entre as milenares raças de vampiros, bruxas e lobisomens. Obcecado pelo poder, Klaus é o responsável por interferir no delicado equilíbrio sobrenatural da cidade. As bruxas estão isoladas nos pântanos e os lobisomens se foram, mas o Original está acostumado a ter o que quer e faz um pacto com uma bruxa para atender o que seu coração nunca deixou de desejar. O que ele não sabe é que com o pacto vem uma maldição, que pode lhe custar a vida e sua adorada cidade. Primeiro Capítulo.

Ficha Técnica

The Originals: A Perda - Julie Plec - #Resenha | OBLOGDAMARI.COMTitulo Nacional: The Originals: A Perda – Skoob

Titulo Original: The Originals: The Loss – Goodreads

Autora: Julie Plec

Tradução: Ryta Vinagre

Editora: Galera (Galera Record)

Ano: 2016

ISBN: 978-85-01-10585-1

Coleção: The Originals | Volume: 02

Número de páginas: 191

Sobre a Autora

The Originals: A Perda - Julie Plec - #Resenha | OBLOGDAMARI.COM

Julie Plec é a cocriadora e produtora executiva da série Diários do Vampiro e criadora de seu spin-off The Originals. Plec começou sua carreira de roteirista e produtora na série Kyle XY da ABC Family. Também colaborou para a peça The Tomorrow People, da CW. Seu roteiro adaptado para The Tiger’s Course está em desenvolvimento na Paramount, e ela produzirá o longa @emma com a Darko Entertainment. Também trabalhou na produção dos longas Pânico 2 e Pânico 3.

Opinião da Nathy

Comecei esse livro por pura curiosidade. Acompanhei a série The Vampire Diaries durante um bom tempo. Por isso conhecia os personagens desse livro. No entanto, não cheguei a acompanhar a série. Mas, acredito que mesmo que não os conhecesse não teria dificuldades durante a leitura. A Julie Plec não deixa o leitor perdido no enredo e nem de que se trata sua história. Inclusive quem não leu o primeiro consegue facilmente se encontrar na história. Porque tem uma recapitulação sobre o que houve no primeiro livro. Nada muito extenso, apenas para se compreender o ambiente e suas lutas.

Em A Perda os irmãos Mikaelson estão comandando Nova Orleans. Porém, logo fica claro que essa não é uma tarefa fácil. As bruxas não esqueceram tudo o que passaram. Ainda desejam retornar o controle da cidade. Os lobisomens estão sob controle, mas não por muito tempo. Para completar Klaus passa a ter planos misteriosos. Não está satisfeito com tudo o que conquistou. Ele quer mais. Fará o que for necessário para conquistar seu objetivo. Mesmo que o coloque contra seus irmãos.

A narrativa é em terceira pessoa focando nos personagens principais. A Plec escreve de uma maneira muito boa. A história flui de uma maneira natural. Descreve os ambientes sem deixar passar nenhum detalhe. Parecia que estava vendo um episódio da série. O que foi muito bom porque me instigava cada vez mais. Queria saber o que iria ocorrer no final do livro. Quem iria vencer nessa batalha. Porque a guerra com certeza está longe de acabar.

Era uma noite exatamente como Klaus gostava.

Falando um pouco sobre os personagens Klaus continua com a mesma personalidade. Parece que não aprende com seus erros. Apesar de tudo é um dos meus personagens favoritos. Nesse livro ele deixou um pouco a desejar. Continuou fazendo o que queria sem se preocupar com mais nada. No entanto, o egoísmo dele teve um limite. Não consegui acreditar em muitas das suas atitudes. Deveria estar acostumada porque ele sempre age dessa forma. Ainda mais quando ferido. Porém, não gostei muito. Poderia ter parado para pensar e não agir de forma impulsiva.

Isso seria um pouco difícil de acontecer porque quem parece pensar mesmo é o Elijah. Ele na verdade é quem controla a cidade e seus irmãos. Querendo que tudo na mais perfeita ordem. Por isso muitas vezes se torna um personagem chato. Não tem aquela emoção. Porque pode se perceber quais serão seus próximos passos. Ele é quem irá consertar a bagunça feita por Klaus. Irá pensar nas consequências de seus atos. Gosto do Elijah, mas poderia se arriscar um pouco mais. Ficar em um meio termo.

Agora quem teve um destaque maior nisso tudo é a Rebekah. Em muitos momentos fica agindo como uma menina mimada. Não tem seu brinquedo então quer destruir os de seus irmãos. Não tenho aquela afeição pela personagem. Sinto mais pena dela. A menina sempre sofre nas mãos dos homens que ama. Tem um coração muito puro e bom. Apenas muda quando mexem com seus irmãos. O que se torna justificável cada uma das suas atitudes.

Só o que restava era Rebekah. E então, em mais um instante, não havia nada.

No começo estava gostando muito de Lily. Uma personagem muito inteligente. Soube esperar o momento certo para colocar sua vingança em andamento. Não deixou espaços para que os irmãos Mikaelson acabasse com sua vida. No entanto, estava esperando o momento em que iria fraquejar. Porque nunca conseguem ir até o final em suas vinganças. Personagens que parecem ser fortes e depois mostram ser ainda mais frágeis. Foi desse modo que passei a enxergar a Lily. Tinha tudo para colocar o terror em todo mundo.

Tiveram duas personagens que não consegui confiar. Por mais que se mostrassem boas. A Lisette e a Vivianne. Jurava que em algum momento elas iriam trair a confiança dos Mikaelson. Gosto quando tem algumas falhas. Agora elas eram boas demais. Sempre sorrindo e sabendo como agir. Quando tinha uma luta não se escondiam como crianças assustadas. Enfrentavam os perigos e depois conseguiam sorrir. Fiquei muito receosa com as duas.

Mais uma vez, era hora de reconstruir.

Para quem gosta de livros com vampiros, lobisomens e bruxas é uma ótima pedida. Ainda mais porque a leitura flui tão bem que quando menos espera terminou. O ideal é ler na ordem de lançamento. Porém, se começar a partir desse não terá grandes spoilers. Na verdade, irá ajudar na compreensão da história.

Quote Favorito

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Capa e Diagramação

Eu gosto quando as capas mostram os personagens. Ainda mais quando já conheço os atores que os interpretam. E também quando segue o padrão só volumes anteriores. Dessa vez tem Klaus e Elijah. Preferia se tivesse os três irmãos juntos. Porque tem destaque igual. Nenhum se torna melhor do que o outro. Ainda assim gostei muito dessa capa. Os tons sombrios combinaram perfeitamente com a história.

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A diagramação é simples. Cada capítulo inicia em uma nova página. Não tem marcação quando ocorre mudanças de cenas. As páginas são amarelas e grossas. Não tive problemas com a tradução/digitalização.

Nota da Nathy

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Datas de Lançamentos

  • The Originals: Ascensão #1 – Lançado em 2015 – Resenha
  • The Originals: A Perda #2 – Lançado em 2016
  • The Originals: The Resurrection #3 – Não há previsão de lançamento no Brasil

Onde Comprar

O livro é uma cortesia da Galera Record. A resenha realizada aponta os pontos positivos eou negativos de forma sincera, encontrados pela autora do post durante a leitura do livro. A opinião da autora é pessoal e independente da editora.